EDSON – Gesseiro Mogi das Cruzes – SP

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Curiosidades

Placa de gesso, gesso laminado, gesso cartonado ou ainda drywall (em português: “parede seca”) é um painel constituído por Sulfato de cálcio hidratado (gesso), com ou sem aditivos, e geralmente pressionado contra um revestimento de cartão. É amplamente usado na construção civil em paredes e tectos interiores.[1] O gesso pode ser misturado com fibras, geralmente de papel ou fibra de vidro, ou outros aditivos que lhe conferem maior resistência ao fogo ou diminuem a absorção de água.

Rebaixamento de Gesso em Mogi das Cruzes

As paredes neste sistema são mais leves e com espessuras menores que as das paredes de alvenaria. São chapas fabricadas industrialmente mediante um processo de laminação contínua de uma mistura de gesso, água e aditivos entre duas lâminas de cartão.

Tais sistemas são usados somente em ambientes internos das edificações, para os fechamentos externos, o sistema deverá utilizar perfis de aço estruturais (steel frame) e chapas comentícias (resistentes à ação de ventos e chuvas). O método é muito utilizado na construção civil, principalmente para áreas comerciais. As paredes de gesso dry wall permitem instalações elétricas e hidráulicas através do sistema de fixação em tetos ou aparafusadas em perfis de aço galvanizado. Além disso, adaptam-se a qualquer estrutura, como aço, concreto ou madeira.

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Rebaixamento de Gesso em Mogi das Cruzes SP

A montagem do sistema dry wall é fácil, com redução de prazo de entrega e, consequentemente, custos menores. Com o sistema, há um ganho de área útil que pode chegar a 4% e as paredes têm superfície lisa e precisa, diminuindo custos na preparação da superfície para a pintura. Como as paredes são mais leves que o sistema de alvenaria tradicional, o sistema de parede de dry wall mais simples, equivalente a 1 metro quadrado (W-111 que corresponde a uma linha de perfil e uma chapa de cada lado) pesa cerca de 25Kg contra 150 kg de uma parede de alvenaria, consegue-se com a utilização deste sistema uma redução no custo das fundações e estruturas da edificação.

Mais Sobre o Drywall…

O Drywall foi pensado como uma solução econômica para construção e acabamento.

Sua primeira versão, conhecida a princípio como placas Sackett, foi inventada em 1894 por Augustine Sackett nos EUA e consistia de 4 camadas de gesso molhado dentro de quatro folhas de papel, lã e camurça. As folhas mediam 91 x 91cm por 3cm de espessura com bordas sem acabamento, e eram vendidas como pequenas telhas à prova de fogo. Posteriormente, em 1910, surge então o “Gypsum Board” (Placa de Gesso) fabricado pela empresa Gypsum, que possuía bordas encapadas e substituía as duas camadas de papel camurça anteriores pelo suporte do papel acartonado.

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Graças à sua resistência ao fogo e à rapidez de montagem, em 1917 a “Chapa Drywall” ou “Chapa Parede Seca” (como ficou conhecida nessa época) foi amplamente utilizada na l guerra mundial, mantendo este layout e evoluindo pouco até meados da segunda guerra. A partir daí então, o Drywall começa a ser comercializado em folhas de gesso seco e de papel de multi-camadas, sendo o núcleo deste gesso natural, e revestido com cartão duplex, adquirindo em menos de uma década a forma que conhecemos hoje – que consiste em uma única camada comprimida e prensada entre duas folhas de papel pesado.

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Entretanto, por ainda estar associado ao gesso que requeria antigas técnicas de aplicação envolvendo muita mão-de-obra onerosa e aparência frágil, a maioria das pessoas ainda evitava as construções com Drywall, imaginando que sua instalação requeria os mesmos cuidados ou que não era segura. Foi só a partir de 1945 que suas vantagens passaram a ser notadas em relação a outros tipos de construção e acabamentos.

A escassez da mão de obra entre o durante e o pós-guerra foi decisiva para alçar o Drywall como opção econômica e rápida em detrimento das técnicas tradicionais. Casas e fábricas podiam ser construídas em menos da metade do tempo e com bem menos trabalho que anteriormente. Além disso, os produtos baratos e eficientes passaram a ser encarados de maneira bastante patriótica por parte dos americanos, pois eles permitiam que fosse possível concentrar mais tempo e dinheiro para apoiar o esforço de guerra.

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Instalação de Tetos e Paredes de Drywall em Mogi Das Cruzes

O Drywall então, passa a ser o material dominante nos EUA, iniciando-se assim o boom de construção pós-guerra. Empreiteiros, sabendo que poderiam construir casas e locais de trabalho em um décimo do tempo – em média, uma equipe de instaladores de Drywall podia terminar uma casa em cerca de duas semanas – abandonam de vez o gesso, cimento e alvenaria para dar preferência ao novo material, elevando seus lucros vertiginosamente. Ao longo do tempo, o uso de gesso puro foi se tornando obsoleto e pessoas de todo o mundo passaram a dar preferência ao Drywall. No Brasil, ele chega a partir dos anos 90 quando os grandes fabricantes mundiais com sede na Europa como BPB Placo, Knauf e Lafarge Gypsum se instalam no país e passam a ser uma solução arquitetônica rápida limpa e barata para empresas, escritórios, shopping centers e hospitais. Repete-se aos poucos assim, a tendência observada há mais de um século nos Estados Unidos e há mais de 70 anos na Europa.

Posteriormente com a evolução da tecnologia, as chapas de gesso do Drywall se tornaram mais leves e menos quebradiças e o conjunto dos materiais e sistemas de tratamento também evoluiu.

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“Mogi” é um nome de origem tupi antiga: significa “rio das cobras”, através da junção de moîa, mboîa, “cobra” e ‘y, “rio”,[10] referindo-se ao Tietê, o qual, em seu alto curso, cruza o município. Ao longo dos anos, a grafia M’Boijy, que significa rio da cobra, foi alterada para Boigy, depois para Mogy, Moji e finalmente para Mogi.

Segundo as normas ortográficas vigentes da língua portuguesa, este topônimo deveria ser grafado Moji pois prescreve-se o uso da letra “j” para a grafia de palavras de origem tupi-guarani. Assim, tanto o dicionário Houaiss como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística usam a grafia Moji. Historicamente, no entanto, o uso mais comum, apoiado pela administração pública e pela imprensa, é Mogi para o nome da cidade. Dois outros municípios que usam o nome de Mogi são Mogi Guaçu e Mogi Mirim.

Por se tratar de topônimo com tradição histórica secular e uso consagrado pelos brasileiros, a grafia com “g” também é aceita (assim como em “Sergipe”), de acordo com a norma ortográfica vigente em sua Base XI:

Base XI – Nomes Próprios: regras do Formulário para aportuguesamentos e nomes próprios. Ressalva ao direito de manter a grafia original dos nomes próprios de pessoas e empresas. Exceção feita aos topônimos de tradição histórica, tais como “Bahia”.

Mogi das Cruzes começou como um povoado, por volta de 1560, servindo como um ponto de repouso aos bandeirantes e exploradores indo e vindo de São Paulo, entre eles Brás Cubas. Gaspar Vaz Guedes foi responsável pela abertura da primeira estrada entre a capital e Mogi, iniciando o povoado, posteriormente elevado à “Vila”, com o nome “Vila de Sant’Ana de Mogi Mirim”.[11] O fato foi oficializado em 1º de setembro de 1611. Em 13 de março de 1865 foi elevada à cidade, e em 14 de abril de 1874 à comarca.

De acordo com o historiador Isaac Grinberg, o bandeirante Gaspar Vaz além de responsável pela abertura e por desbravar estas terras, após adquirir uma sesmaria na região, o mesmo também foi responsável pelo pedido de elevação do povoado a vila. Fato que se deu em 1611, aos primeiro de Setembro.

Mogi das Cruzes acolhe colônias de todos os cantos do mundo, com destaque especial para a colonização japonesa, com uma grande quantidade de japoneses e seus descendentes (aproximadamente 20% segundo a prefeitura), que já estão em sua terceira geração no município. Além disso, o município possui uma considerável população nordestina, sendo que a maioria veio para a capital estadual e, depois, mudou-se para Mogi das Cruzes em busca de melhor qualidade de vida.

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